Se está a ver esta mensagem é porque está a utilizar uma versão antiga do Internet Explorer incompatível com o actual site da Fundação A LORD.

Actualize o Internet Explorer para a sua versão mais recente ou instale um dos navegadores de internet abaixo sugeridos por nós:


Internet Explorer

Mozilla Firefox

Google Chrome

Opera

Dinamização da Cultura, da Educação e da Sociedade

Concerto pela Orquestra Ligeira do Vale do Sousa (OLVS) Big Band | “Uma visão, audição, no Feminino”

Datas: 12/10/2013 Localização: Auditório da Fundação A LORD, Lordelo Paredes

A poesia é a arte de alimentar a alma. A música é a arte de fazer crescer a alma, elevá-la às estrelas, volvê-la à luz e, em cânticos de sons e voz, entrar no céu.

Foi isso que aconteceu no dia 12 de outubro de 2013, pelas 21h30, no Grande Auditório da Fundação A LORD. Para os mais distraídos vou, em linhas gerais, apresentar-vos o corpo que fez vibrar os sons e os transformou em melodias celestiais.

A OLVS Big Band foi o fio condutor, o elo sagrado, o guindaste que nos transportou o espirito para além de nós. “ A OLVS Big Band foi fundada em 22 de abril de 1995 sob a direção de Armando Matos, através da Associação Cultural e Musical de Paredes, para colmatar a cessação da Banda Filarmónica de Paredes e, simultaneamente, dar a um grupo de músicos com formação clássica, as condições necessárias para se enriquecerem musicalmente, através da experimentação de outros géneros musicais.

A princípio, as suas atuações foram essencialmente regionais, mas breve, o seu êxito e prestígio se alargariam pelo país. Em 1997, dois anos após a sua fundação, a direção musical passou a ser orientada pelo diretor musical, José Manuel Moreira, predominando no seu reportório música portuguesa. A sua constituição instrumental foi-se alterando, aproximando-se de um jazz ensemble, típico de uma Big Band, da qual registará o nome. Em 1998, passou a ser liderada por Manuel Vieira, o qual se mantém até hoje.

O seu reportório vai aumentando para outros géneros musicais como: o swing, o latim jazz e o punk, introduzindo vários arranjos musicais originais de elevada competência.

É durante este período que se expande, passando do contexto regional para o nacional, atuando essencialmente em auditórios, como no Coliseu do Porto, ao ar livre, em suporte musical de galas e em algumas intervenções televisivas.

A OLVS Big Band conta com dois trabalhos discográficos em 2000 e 2004. Em 2007, a OLVS Big Band ganhou o 2.º prémio no 1.º Concurso Nacional de Orquestras Ligeiras, no Cineteatro de Alcobaça. Em 2009 e 2010, participou em duas edições do “Encontrão”, Concurso Nacional de Teatro, Música e Etnografia organizado pela INATEL.”

São estes pedaços, em traços largos, que compõem a sua história, para ouvir no silêncio como que numa plenitude divina. De meditação e sedução, subindo ou fazendo-nos subir ao 7.º céu, onde tocam, em uníssono, as trombetas e bandolins dos anjos, com as notas musicais e arranjos instrumentais das belas melodias que se conjugam na harmonia das vozes e dos silêncios. Uma história linda! De surpresa e encantamento!

A OLVS Big Band brindou a assistência do Grande Auditório, completamente cheio, com um variado e excelente reportório que nos encheu a alma (My Way, Chega de Saudade, Amália…). Ao longo de mais de noventa minutos, sem intervalo, fomos deliciados pelos sons, pelas vozes, pelos silêncios musicados, pela sublime atuação dum maravilhoso grupo, bem afinado e com elevado grau de EXCELÊNCI, que nos fez sonhar e desejar o regresso ao passado em que, rodopiando, bailávamos ao som do gira-discos, as melodias de sempre, envoltos em sonhos de amor. Como foi bom escutar peças musicais que nos remetem ao passado e que marcaram lugar no nosso coração!

Obrigada à Fundação A LORD por nos proporcionar estes momentos, delícias de verdadeira cultura e magia. Por nos fazer fadas com varinhas de condão mágicas, que nos transportaram ao baile de sons musicais, fazendo de nós gente feliz por caminhos andados…

Obrigada pelo contributo para o desenvolvimento sociocultural desta área de Lordelo (Paredes) e Norte, para nosso contentamento e privilégio. Só com verdadeiros mestres que amam a cultura, ela irá frutificar.

Ninguém sabe falar o amor se o não sentir. Ninguém ama o que não conhece. Com música e arte o amor se diz.

Com reconhecimento,

Donzília Martins

(Paredes 12 /10/2013)

Partilhe!

Sem comentários.

Responder